sexta-feira, 13 de agosto de 2010

As Castas das Mídias Sociais



Um dos meus primeiros artigos neste blog (fiz uma releitura dele agora, nossa eu escrevia bem pior que agora) foi “Os famosos no twitter e seus seguidores”. Incrível como quase um ano depois tenho o mesmo pensamento, que existem pessoas que estão lá para serem aduladas e outras se comportam normalmente, entendendo como funciona a comunidade. Nesse mundo das mídias sociais em que pouca gente está entendendo o que se projeta para o futuro, surgiram as Twittcams.

Um modo de, através do twitter, pessoas se comunicarem ou se expressarem. E como em qualquer lugar, em todo grupo tem aqueles “5%” de medíocres. Medíocres que vem na Twittcam e se exibem, ofendem espectadores, arrumam brigas. No final do dia, o que interpreto mesmo é que essas pessoas querem a fama a qualquer custo.

A humanidade sempre se divide em castas. Critérios econômicos, religião, cor, idioma. Por essas divisões, as “turminhas” que a raça humana cria, surgem preconceitos de raça, cor, credo. Não se percebe aos olhos medíocres de hoje, mas existem “turminhas” novas. Não, não são os Emmos. Vamos ver se consigo descrever algumas novas castas:

- Famoso – Já é famoso mas não quer largar o osso. Atitudes ridículas no twitter demonstram isso. Não é Luciano Huck?

- Quero ser famoso – Faço qualquer coisa para ser famoso. Participar de BBB, nudez em playboy, uma coisa pode ser conseqüência da outra.

- Animal - Faço qualquer coisa, mas não necessariamente preciso ficar famoso.

- Inclusão Digital – Quero participar mas não sei como.

- Alienado – Não conheço internet, não sei o que é Facebook e tenho raiva de quem sabe.

- Interessantes – Quem eu sigo e principalmente quem me segue.

O mais provável daqui para a frente é que formas de discriminação em mídias sociais comecem a acontecer. Quem é de um grupo não tolera o do outro e assim por diante. Quem quer entrar e não tem o perfil não será aceito. Escrevendo tudo isso, me lembro de “Amaral Neto, o repórter”, quando nos anos setenta o mundo viria a descobrir que macacos eliminavam aqueles que não eram de seu grupo (Seleção Natural).

Depois da “não aceitação” vem a discriminação.


E após, grupos de minorias defendendo os que não conseguiram se incluir no mundo virtual. Mas daí já é outra história. A conclusão a que chego, é que religiões, facções, grupos políticos, etc. devem ter surgido assim, de maneira desorganizada e ingênua, ganhando força com o passar do tempo.

A vida ensina, nós que nunca aprendemos.

Abraços a todos!
RSS/Feed: Receba automaticamente todas os artigos deste blog.
Clique aqui para assinar nosso feed. O serviço é totalmente gratuito.

0 comentários:

Postar um comentário

  ©Antropomidia | Licença Creative Commons 3.0 | Template exclusivo Dicas Blogger