sábado, 18 de junho de 2016

Bella Demais - Nossos Óculos Preferidos!

Este vídeo é sobre neus oculos preferidos...diversas marcas e grifes
Dicas de Óculos comprados nos EUA e Europa

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Bella DeMais - Comprinhas em Orlando

Aqui está uma seção especial das compras do Bella Demais em Orlando !! Relógios !!! Michel Kors, Aeropostale e outras “coisitas” !!!
Pedindo mais uma vez a colaboração , inscrevam-se no canal, assim vocês serão as primeiras a ver os novos vídeos e curtam o vídeo, assim a gente fica bem feliz !!!!
Relógios de Marca Como : Michel Kors , Polo , Aeropostale etc..
Para assistir ao Vídeo clique no link abaixo ou clique na imagem!
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segunda-feira, 30 de maio de 2016


Comprinhas no Chile ! Assista a este novo vídeo do Canal Bella DeMais !

Este vídeo é sobre Comprinhas no Chile

Compras feitas no Chile e no Free Shop do Brasil e Chile, preço do Poncho 15 mil pesos chilenos.





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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Um novo Canal com produção da PLMidia

Olá amigos, 

Estamos produzindo um canal no Youtube em conjunto com a jornalista Deborah Albuquerque. 

A jornalista Deborah Albuquerque e sua mãe Márcia Albuquerque indicam para você o Canal Bella Demais, onde você poderá conferir dicas do dia a dia para sua beleza, dicas de viagens e comprinhas (que não podem faltar) , desabafos e conselhos de uma mamãe da Bella Albuquerque!

Vamos dar uma força fazendo inscrição no canal! 

Para assistir ao vídeo de Bem Vindos clique aqui ! Daí você aproveita e se inscreve !

O canal vai falar de muitas dicas e também de compras feitas no exterior, geralmente indicado para mulheres mas os homens podem assistir para comprar uns presentinhos para suas amadas.




Em breve novidades do Bella DeMais !

Abraços a todos !


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sábado, 5 de outubro de 2013

Que país é esse?


Desde junho quando aconteceram as manifestações por todo o Brasil, e já estamos no mês de Outubro, muitas pessoas estão se perguntando onde foram parar os movimentos, afinal é notório que nada mudou e elas não aconteceram apenas por causa do aumento de vinte centavos nas passagens de ônibus.

Então o que aconteceu? Fica claro, em minha opinião, que a maior parte dos brasileiros carece de lideranças que os leve às ruas, de um partido que os represente, pois em meio a 30 partidos aquelas mesmas pessoas não encontram nenhuma liderança ou programa de governo nos partidos para que as desejadas melhoras em saúde, educação, reforma política, reforma eleitoral, etc. aconteçam, caso a maioria vote nesse partido.

O brasileiro provou com as manifestações que não é mais gado, sabe o que quer. Mas não quer ir sozinho às ruas pedir o fim da impunidade ou corrupção. Até porque já se viu nas últimas semanas como boa parte da imprensa ridiculariza movimentos que não levem as ruas milhares de pessoas. 

O mundo mudou. Hoje temos as tais redes sociais, que em segundos repercutem textos ou palavras de ordem para milhões. Não existe mais direita ou esquerda. Existe o certo e o errado e pelo que vejo nas redes sociais, o povo brasileiro optou pelo certo, enquanto os políticos optaram pelo errado. E ponto. Não existe meio termo. Ou não?



Se um grupo de pessoas de bem, que de certa maneira se organize e não só vá às ruas, mas comece a escrever um projeto, sem políticos ou ex-integrantes de partidos políticos, com o que deseja para um país melhor, colocando o que citei como "certo" no parágrafo anterior no papel, o povo brasileiro jamais terá um movimento que o represente e possa fazer frente ao velho modo de fazer política no país. 

Não basta somente sair às ruas. Claro, os políticos ficaram assustados com o povo nas ruas, mas com propostas claras, do que queremos e maneira de se chegar lá, fica bem mais fácil pois lideranças naturais nesse grupo vão surgir e existirão opções de voto. Quem não se depara em toda a eleição com a dúvida em votar no menos pior ou anular o voto? Onde existiu uma eleição nos últimos anos em que  o povo brasileiro foi às ruas para eleger seu preferido, aquele que realmente tinha a melhor proposta e era oriundo de um partido sem indícios de corrupção e impunidade?

Não interessa somente criticar, críticas temos aos montes, seja do prefeito da menor cidade brasileira até o governo federal, mas fazer algo. Mudar. Como em qualquer reunião em uma empresa, a coisa só vai para a frente quando alguém sugere como fazer diferente. E, da mesma forma que em uma empresa, a comunicação de como fazer diferente é essencial, e em encontrar meios de comunicar e fazer acontecer os jovens brasileiros já sabem o caminho.


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domingo, 23 de junho de 2013

O inverno brasileiro - Manifestações e Economia - Tudo a Ver

Em primeiro lugar quero explicar que este texto não tem a intenção de dar razão a um lado ou a outro no caso das manifestações que vem acontecendo nas últimas semanas. Até porque escolher lados polariza a discussão e o objetivo é contribuir para a discussão. São apenas algumas reflexões que podem explicar atitudes que vieram e que virão das autoridades políticas e econômicas deste país. Em um país com 200 milhões de habitantes, a primeira pergunta que todos estão se fazendo: “quem são as pessoas que estão se unindo e indo às ruas?”

No governo há 10 anos, o partido dos trabalhadores chegou ao poder com uma sociedade que mal sabia ainda o que era internet, aliás nem o mundo era tão globalizado como hoje. A estrutura da sociedade na época era dividida em “classes” como no desenho abaixo e a proposta do partido era tirar da linha de pobreza 53 milhões de brasileiros (Existem vários conceitos sobre pobreza, para fins de comparação foram utilizados dados do IPEA de 1999).



Com programas como o bolsa família , bolsa escola e programas de geração de emprego e capacitação, não há dúvidas que boa parte da classe que fazia parte da base da pirâmide passou a ter renda e acesso a bens que não conseguiam anteriormente. Hoje estima-se que nos mesmos conceitos do IPEA 2012, sejam 16 milhões de brasileiros na linha extrema de pobreza.  O desenho de “classes” da sociedade com isso se modificou.


Hoje, 2013, com a migração de 40 milhões de brasileiros para a faixa de consumo, o que era dividido em classe média ( C )  e classe média alta ( B ) passou a ter uma classe “média baixa” que são os milhões que passaram a ter acesso a renda. Ok, o todo não mudou, mas o que mudou é como os valores dos impostos recolhidos da população são investidos.

Abrindo apenas um parênteses sobre corrupção. Em 2012, foram arrecadados 1 TRILHÃO e 500 BILHÕES em impostos. As manifestações, com razão, estão chamando muito à atenção para os gastos na copa. Sem querer minimizá-los, mas para dar um panorama às reflexões, os gastos totais com a Copa do Mundo giram em torno de 30 bilhões. O valor total da Copa não chega a 2 % de tudo que foi arrecadado e digamos que, pelo que ouvimos sobre superfaturamento que a Copa vai custar 3 vezes mais que deveria, dois terços seriam corrupção, cerca de 1,3% . Obviamente o problema existe, deve ser motivo de todas as manifestações possíveis, mas o problema é muito maior com o restante dos valores.

Todo economista sabe que dinheiro até se multiplica, mas o valor das coisas não. Aquele 1 trilhão e meio a que me referi acima, é fruto de impostos (altíssimos é óbvio) cobrados sobre tudo que se produz no país. Lembrando que esse valor é utilizado para pagar o financiamento da dívida pública (900 bi, quase metade, que não é a dívida total, apenas amortização e juros  , funcionários, saúde, educação, etc..

 Então, se não se cria nova riqueza, esse valor será sempre o mesmo. Criar riqueza é um assunto bem extenso, que pode ser discutido mais para a frente, mas o importante é notar que desses 1,5 Trilhão também saem cerca de 30 bilhões para os projetos de inclusão social (bolsas) , que também não são o problema principal. O problema principal está listado acima, é a tal dívida pública. Obviamente ela “come” quase metade de tudo que se arrecada no país.

E por que existe a dívida pública?

O governo, tem a “maquininha” que faz dinheiro. Ele tem duas opções, se ele emitir dinheiro de forma desmedida para pagar sua dívida, vai gerar inflação, pois aquelas notas não estão vinculadas a um “valor”. Então o que ele faz? O governo emite títulos dessa dívida e “promete” ao mercado que vai honrar esses títulos em alguns anos, pagando a quem compra-los uma determinada TAXA de JUROS. Esses 900 bilhões são pagamentos de títulos que estão vencendo agora, mas foram emitidos há muitos anos.

Existiu uma pressão desde 2011 por parte do empresariado que não havia possibilidade de investimento no país com a taxa de juros altíssima que existia (cerca de 18% aa). Gradativamente, o Banco Central foi baixando a taxa de juros “futura”, até que chegamos à atual, entre 8 e 9% ao ano. Ou seja, estamos pagando uma dívida a juros altos com bancos oficiais (CEF, Banco do Brasil, BNDES) oferecendo crédito a juros baixos.

A conta não fecha.

Lembram das classes da pirâmide de “classes”? A classe E já está na pobreza e não é afetada por essa dívida do governo. A classe A muito menos, afinal se o custo dela aumenta ela repassa em seus negócios. A classe “média baixa” ( D ) tem suas bolsas, mas sente os efeitos nos serviços públicos, já que pode se alimentar mas ainda depende de saúde e educação públicos. A classe “média média” e a classe “média alta” no ano de 2012 veio sendo “arrochada” com custos de saúde e educação (quem dessas classe tem filho em escola pública e depende do SUS?) até não aguentar mais.

Esse é o motivo de que manifestações são, além de outros motivos, por uma melhor saúde, educação e por uma maior atuação dos governantes (Leia-se também legislativo e judiciário). É claro que não dá para pedir para essas pessoas entenderem que o problema principal está na dívida pública e que como não havia “espaço” no orçamento para investimento chegamos ao ponto que chegamos.

E o que podemos esperar dos governantes?

A curto prazo, nada pode ser feito. Pela história sabemos que em situações assim, governos anteriores recorreram ao FMI para “desafogar”, claro, criando novas dívidas. É assim que muita gente se enrola no cartão ou no cheque especial. Com o monitoramento da imprensa e organizações não-governamentais isso também não seria possível. O ideal seria começar já com um “aperto de cintos” por parte de todos os 3 poderes, governos estaduais e prefeitos. Por isso a presidente conclamou um pacto. Ela sozinha não pode fazer muita coisa. A curto prazo não.

Colocar os royaltes do petróleo na educação não é uma medida de curto prazo. Até porque as estimativas de lucro com o Pré-Sal são para daqui a 20 anos. Por tudo isso o discurso pareceu vazio. É óbvio que todos os governantes aqui citados são regiamente pagos para pensar em soluções e tentar resolver a situação.  Talvez a solução esteja em uma profunda reflexão por parte deles mesmos, diminuindo o número de ministérios, diminuindo o investimento em áreas que no curto prazo não seriam tão urgentes e direcionar esses recursos imediatamente para a saúde e educação.


Vamos aguardar, mas se todos os problemas econômicos do páis não forem bem explicados pelos meios de comunicação, manifestações por melhoras da qualidade de vida vão continuar acontecendo, é impossível que as pessoas simplesmente “esqueçam” seus problemas apenas por um discurso ou por promessas.

Vamos aguardar.
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